quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Médico de Michael Jackson condenado a quatro anos de prisão

O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, considerado culpado de homicídio involuntário, foi condenado esta terça-feira à pena máxima de quatro anos de prisão pelo tribunal superior de Los Angeles, nos Estados Unidos.



Três semanas após a decisão do júri, que considerou Murray culpado pela morte de Michael Jackson, o juiz Michael Pastor fez questão de aplicar a pena máxima possível neste caso de homicídio involuntário, destacando as contínuas «decisões erradas» do médico.

O juiz Michael Pastor sintetizou os factos provados em julgamento e considerou que Murray quebrou a relação médico-paciente de forma "grosseira e continuada", o que justifica a pena máxima prevista para o crime em causa.

"O dr. Murray mentiu várias vezes, adoptou um comportamento desonesto e fez todo o possível para esconder as suas transgressões. Violou a confiança da comunidade médica e do seu paciente. Não fez qualquer prova de remorsos, de absolutamente nenhum sentido do erro, ele foi e continua a ser perigoso", justificou o juiz Michael Pastor.

«Michael Jackson não morreu na sequência de um incidente isolado. Ele morreu devido a um conjunto de circunstâncias directamente atribuídas ao doutor Murray. [Morreu] por causa de uma série de decisões que o doutor Murray tomou», disse o juiz, referindo-se às doses diárias do analgésico propofol que Conrad Murray administrou no cantor.

Pastor criticou a postura do médico que durante toda a fase da investigação e do julgamento nunca aceitou qualquer culpa na morte de Michael Jackson, chegando mesmo a dizer que teria sido o próprio cantor a injectar a dose letal de propofol.

«O doutor Murray abandonou o seu paciente (...) e seguiu um caminho contínuo de mentiras», lamentou o juiz, acrescentando: «Há quem pense que o doutor Murray é um santo e há quem pense que é o diabo. Mas ele é apenas um ser humano sentenciado pela morte de outro ser humano».

Face à gravidade dos factos em causa e à existência de "absolutamente nenhum remorso", o juiz disse estar fora de questão a possibilidade de pena suspensa.

Vários membros da família de Michael Jackson estiveram presentes na sala de audiências do tribunal, entre os quais La Toya, Jermaine e Randy, para ouvir o juiz Michael Pastor, ditar a pena do médico Conrad Murray.

Os procuradores pediram a pena máxima de prisão para o médico de Michael Jackson, e pedem ainda que este seja igualmente condenado a indemnizar a família Jackson pela perda de rendimentos na sequência da morte.

Um dos advogados de Conrad Murray, Ed Chernoff, nas alegações aos tribunal pediu que o seu cliente seja colocado em liberdade condicional e condenado a trabalho comunitário, sublinhando que este não voltará a exercer medicina.

Durante as seis semanas que durou o julgamento, foi provado que Conrad Murray administrou uma dose excessiva de propofol, um anestésico poderoso, que terá provocado a morte de Michael Jackson a 25 de Junho de 2009. O júri considerou-o culpado de homicídio involuntário tendo sido a pena atribuída pelo juiz.

O ex-médico não servirá a sua pena numa prisão estadual da Califórnia, mas sim no presídio do condado de Los Angeles, o que, na prática, poderá resultar no cumprimento de apenas metade dos quatro anos de sentença.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Almoço de Natal - Clube de Fãs - Porto e Lisboa

Caros amigos e Fãs de Michael Jackson

Vai ter lugar no próximo dia 3 de Dezembro no Porto e no próximo dia 10 de Dezembro em Lisboa, um almoço de fãs do Clube de Fãs de Michael Jackson.


Almoço do Porto
A realizar em restaurante a designar no centro da cidade do Porto
(com fácil acesso através do Metro)
Data: Sábado, 3 de Dezembro de 2011

Almoço de Lisboa
A realizar em restaurante a designar no centro da cidade do Lisboa
(com fácil acesso através do Metro)
Data: Sábado, 10 de Dezembro de 2011



Os restaurantes e eventual programa adicional (no caso de Lisboa) serão divulgado por email para todos os fãs que garantirem presença.


O tipo de almoço e tipo de restaurante será também divulgado por email assim como uma estimativa do preço sendo que procuramos restaurantes com almoço que não excedam os €10 por pessoa.


A todos os fãs que quiserem confirmar a sua presença e assim receber notificação exacta do local do evento por favor enviem email com os seguintes dados para todas as pessoas que estarão presentes no almoço:


Primeiro e Último Nome:
Idade:
Email:
Número de Telemóvel:
Fã de M.J. ou Acompanhante de Fã de M.J.?
Quer participar na Troca de presentes (ver abaixo)?


Enviem os dados para todas as pessoas que comparecerem. Os fãs de Michael Jackson podem trazer acompanhantes - por favor enviem os dados para todas as pessoas para:
mjacksonportugal@gmail.com


Agradecemos que enviem email apenas caso tenham um real interesse em comparecer no almoço uma vez que serão marcados lugares para o efeito. Todas as informações serão enviadas por email aos Fãs que comparecerem.


Algumas notas adicionais:

Este trata-se de um Almoço informal e descontraído de fãs de Michael Jackson. Não há nenhuma etiqueta especial excepto agradecemos que os fãs tragam algo que os identifique como fãs (exemplo bonés, T-shirts, cachecol, chapéu, luva, etc).

Apesar de não se tratar de uma FESTA, esperamos que todos os fãs passem um bom bocado no espírito de união de Michael Jackson e confraternização desta grande família que somos todos nós, os fãs de Michael Jackson!

Além do almoço, propomos também a todos os fãs que estejam interessados (não é obrigatório), uma troca de presentes, entre os Fãs-MJ. Convidamos a todos os fãs que tenham interesse em participar que tragam um presente surpresa (de custo médio €5), embrulhem e juntem um cartão escrito para o vosso fã-MJ incógnito. Depois do almoço faremos um sorteio e veremos a quem calhou o presente de quem.

Iremos também aproveitar esta oportunidade para por "em cima da mesa" algumas ideias para o Clube de Fãs para o ano de 2012, e contamos com o feedback, opinião e ideias de todos os fãs que comparecerem e quiserem também participar ou propor iniciativas.

Se estiver bom tempo, podemos continuar a confraternização fora de portas...


Esperamos por vós!


Com muita magia e paz Natalícia no espírito sempre jovem do nosso Michael


Clube de Fãs de Michael Jackson
The Michael Jackson Family
www.michaeljackson.pt.vu
Portugal

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O veredicto

7 de Novembro,2011 Dia do Veredicto:

No segundo dia de deliberações e depois de deliberarem por 8,5 horas,os jurados chegaram a um veredicto de CULPADO no julgamento de Conrad Murray. DA Walgren pediu que Conrad Murray fosse detido sem fiança. Juiz Pastor cita que Murray é um perigo público,tinha contatos fora do Estado da Califórnia,e não deve ter fiança. Conrad Murray foi algemado por vice-Jones e depois levado à prisão onde espera a sentença.Audiência da sentença está marcada para 29 de Novembro de 2011,ás 08:30 PST.(16:30 Em Portugal continental)

Vídeo do veredicto

 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6QuUZ1w896Y
 
 
Foto de Conrad Murray a ser algemado



Conferência de Imprensa da Procuração:
 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=AUaZ7emPF9g

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Juri declara Murray culpado

Médico culpado da morte do cantor Michael Jackson
Conrad Murray foi esta segunda-feira considerado culpado da morte de Michael Jackson. O médico estava acusado de homicídio involuntário.

Médico conheceu hoje o veredicto. Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson incorre numa pena até quatro anos de prisão e à perda a carteira profissional. A sentensa será conhecida apenas no dia 29 de Novembro. Até lá, Murray continuará preso.

Desde sexta-feira que o júri, composto por sete homens e cinco mulheres, analisaram toda a prova produzida em tribunal para emitir um veredicto. O juiz responsável pelo julgamento, Michael E. Pastor, não autorizou a que se debruçassem sobre o caso durante o fim-de-semana, pelo que só esta segunda-feira o júri voltou a reunir.

À porta do tribunal de Los Angeles, dezenas de pessoas aguardaram a leitura da sentença, empunhando cartazes pedindo justiça e gritando "Culpado! Culpado". Quando o veridicto foi conhecido, ouviram-se aplausos. 

domingo, 6 de novembro de 2011

Julgamento Murray dia 23 - Sessão da Tarde

Sessão da Tarde

Ed Chernoff Argumentos finais

 
O argumento de Walgren,é uma as razões pelas quais temos julgamentos na América.
 
 Walgren referiu partes de depoimentos de testemunhas sobre propofol, em vez de todo o contexto.

- A equipa da Defesa nunca afirmou que Conrad Murray não cometeu erros. Mas neste caso não é uma audiência, junta médica ou uma ação civil. Para um crime a ser comprovado, a acusação tem de mostrar que Conrad Murray realmente matou MJ. O Ministério deve mostrar negligência criminosa, mas também o ato específico como sendo a causa da morte, caso contrário este não é um crime.

- O que é que a defesa acredita?Que Murray encontrou MJ em perigo, às 12 horas. A primeira coisa que Murray fez foi tentar reanimar MJ.
Às 11:51, Anding Sade recebeu um telefonema de Murray. O testenuho de Da defesa de Anding,acredita que ouviu por cerca de 2 minutos antes de desligar.
Das 11:18 até às 12 horas, Murray esteve ao telefone. Se Murray tivesse encontrado MJ em qualquer lugar entre as 11:18 e o meio-dia, a mesma coisa teria acontecido.Sade Anding informou que quando estava ao telefone com Murray. (Murray teria desligado o telefone e tentava reanimar MJ). Defesa afirma que a partir das 11:18  ate às 12 horas, Murray nunca encontrou MJ a não respirar.

- A natureza do propofol, é uma droga de 10 minutos. A única maneira de manter propofol realmente útil após esse tempo, é através de um gotejamento IV ou injeção IV. A acusação passou seis semanas a tentar provar uma teoria de gotejamento, porque a evidência demonstra que Murray injetou propofol em IV em MJ antes de sair do quarto. A promotoria quer que o júri condene Conrad Murray pelas ações de Michael Jackson.

-Alberto Alvarez afirmou que teve muita dificuldade em encontrar emprego estável desde que MJ morreu, e que lhe ofereceram US $ 500.000 pela sua história. Alvarez declarou que quando falou pela primeira vez à polícia, tudo o que alegou que fez foi ligar para 911. Mas, quando Alvarez falou com a polícia em Agosto de 2009, afirmou então que confortou os filhos, escondeu provas para Murray e confortou os filhos. A história tornou-se monumentalmente mais atraente e valiosa. Chernoff pergunta ao júri se honestamente acredita que Alberto Alvarez, após este longo julgamento,não vai ganhar dinheiro com a história da morte de MJ.
 
Alvarez afirmou que agarrou as pernas de MJ,Murray os ombros,e puseram MJ no chão.Alvarez afirmou que Murray pediu-lhe para tirarr o saco IV fora do gancho, e que havia uma substância leitosa no saco, mas quando testados não havia nada na bolsa. Chernoff lembra o júri que a EMT declarou que encontraram MJ no chão,e não no leito.

-O problema com a teoria da perseguição começa com inconsistências de Alvarez, mas continua com Elyssa Fleak,que nunca mencionou uma garrafa num saco originalmente. Nas notas que não destruiu, não há nenhuma menção de uma garrafa de propofol dentro de um saco IV cortado, e não há fotos também. Fleak apenas menciona 18 meses mais tarde, em depoimento.

Detective Smith, afirma que Chernoff é um profissional, metódico consumado, tomou notas de uma pequena garrafa de Lorazepam com uma bolsa de soro dentro de um saco no quarto onde MJ morreu, mas não se lembra de ter visto um frasco de propofol dentro de um saco IV cortado. Chernoff diz que a razão pela qual Smith nunca viu é porque nunca existiu.

Em Abril, 2011: Alvarez é entrevistado por LAPD, e traça um retrato do saco IV. Chernoff diz que os tubos, o saco IV, insinuam que LAPD treinou Alvarez em desenhar um saco que era semelhante aos sacos que o LAPD tinha na entrevista. Chernoff afirma que a teoria da promotoria foi solidificada depois.

Chernoff questiona,o testemunho de Dr. Shafer.Afirmando que os tubos IV estavam pendurados para provar a teoria da promotoria de que Murray usou gotejamento IV. Chernoff diz que o tubo usado para depoimento é usado para gotejamento IV, o tubo curto que Murray afirma que seria utilizado para a injeção IV. Chernoff diz que Shafer testemunhou que estava errado no dia seguinte, embora a vida de Murray esteja na linha. Chernoff diz que o tubo curto prova ter sido usado por Murray.Os prontuários médicos mostram que Murray encomendou o tubo curto apenas, e nenhum tubo longo, portanto, mostrando que Murray, de fato, usou uma injeção IV, em vez de um gotejamento IV.

-Chernoff afirma que Dr. Shafer é primeiro um farmacologista,e segundo anestesista. Chernoff afirmou que a promotoria fez de 
Shafer um policia, e que afirmou que acreditou no que aconteceu como se fosse verdade, mas é apenas opinião.
 
Chernoff sob White:white é completamente honesto,e disse que,quando necessario,não tem as qualificações para comentar sobre o testemunho de alguns,mas Shafer nunca disse isso.Chernoff diz que white sabe mais sobre o propofol do que Shafer jamais saberá. White apenas tentou dizer ao júri a verdade, por US $ 11.000. Chernoff diz que Shafer deu simulações, uma após a outra, e nenhuma delas tem nada a ver com o caso, exceto por uma, porque a defesa lhe pediu para o fazer. Shafer mostrou uma demonstração bolus rápida, quando ninguém da defesa lhe pediu para fazer isso. Shafer trabalhou os antecedentes da sua teoria (de concentração de dose), e quando alguém faz isso, há um milhão de resultados diferentes.

-MJ não poderia ter morrido do que Murray admitiu que fez (25 mg para injeção IV) e Shafer admitiu isso.Chernoff Pergunta a Shafer se Shafer é um cientista ou um advogado de acusação.

-Chernoff diz que a acusação não pode provar o crime. Quando Chernoff  pergunta a Shafer sobre Lorazepam ingestão oral, Shafer afirmou que no estómago de MJ,estava,1/300th de umz tablete. Chernoff afirma que a defesa sabe que MJ ingeria oralmente Lorazepam, e que as exposições de Shafer são nada representativas de qualquer prova, não representam nada.

-Chernoff afirma que existem dois cenários razoáveis ​​sobre Lorazepam. Primeiro é que MJ entrou na sua casa de banho e engoliu Lorazepam, e Murray não sabia. Chernoff diz que se este caso fosse sobre um zé ninguém, Murray não estaria em julgamento.

-Chernoff afirma que os pacientes de Murray estavam dispostos a comparecer em tribunal e testemunhar na frente das câmaras.
Pessoas que sabem e acreditam que Murray nunca poderia ter desprezo pela vida humana como acusação alegou.

-Chernoff diz que se Murray é um mentiroso, porque é que ele diz ao LAPD que tinha vindo a dar a MJ propofol por 60 dias seguidos?

-Definição de negligência criminosa: promotoria mostrou negligência, em muitos aspectos diferentes. Três aspectos da negligência criminosa (como indicado nas instruções do júri) # 1 Com o ato (administrar propofol numa casa), é a causa directa da morte de MJ, e # 3, é a conseqüência natural provável ​​do ato (a morte ).

Chernoff diz que é facil dizer em retrospectiva,que Murray é um mau medico,mas os médicos testemunhas da acusação,nunca estiveram no lugar de Murray.É fácil julgar quando as pessoas têm uma quantidade minúscula de compaixão, mas não questionam os seus motivos.O maior defeito de Murray é a sua personalidade,e também a sua força.Murray pensou que poderia ajudar MJ a dormir.Mas Murray estava errado;era um peixe pequeno num grande lago sujo.

-Chernoff diz que Murray não tem idéia do porquê que quando voltou ao quarto, MJ parecia que estava morto. Chernoff diz que a primeira atitude de Murray,não devia ser ligar para o  911, mas tentar reanimar o paciente (MJ) em primeiro lugar. Chernoff diz que Dr. Steinberg afirmou que talvez dois minutos para a reanimação, depois disso, é um crime não chamar o 911.

-Chernoff diz que Murray injetou MJ com Flumanezil, desce e pede ajuda a Kai Chase,pegou em Prince I (filho mais velho MJ), e não Murray.

-Chernoff afirma que Steinberg afirmou que Murray fez CPR,mas é baseado no testemunho de que as compressões foram feitas na cama. Chernoff afirma que as compressões feitas  com as mãos atrás das costas de MJ,e uma mão comprimindo no peito, não é uma violação do padrão de atendimento. Chernoff afirma que a promotoria afirmou  que Murray  se desviou cuidados do padrão de atendimento porque não fez o suficiente por MJ, mas Chernoff afirma que uma ambubag estava no chão. Chernoff diz que tudo o que Murray fez, a promotoria alegou que foi um desvio do padrão de atendimento.

-Chernoff afirma que a acusação falou nos filhos de MJ ,para ganhar simpatia.Afirma que a acusação trouxe Nicole Alvarez sem nenhum motivo.Afirma que a promotoria quer pintar um vilão perfeito e uma vítima perfeita, mas não existe nenhum dos dois. Chernoff diz que a única razão pela qual Murray ajudou com o comunicado de imprensa no momento da morte de MJ,foi porque a defesa o trouxe a publico.
 
-Chernoff acredita que Murray queria voltar para casa de MJ,depois de sair do hospital no dia em que  MJ morreu, porque seu carro estava lá, e era possivel que quizesse comer. O que não é aceitavel é que Murray queria voltar para casa para obter um pouco de creme.Amir Williams ficou tão perturbado com isso, que trancou a casa,mas nunca mencionou o caso à polícia.

Chernoff reproduz o correio de voz de Frank Dileo a Conrad Murray novamente.16/06/09 afirmando que MJ teve um episódio,estava doente e Murray devia fazer um teste de sangue a MJ)

-Chernoff diz que MJ estava sob tremenda pressão,por parte da AEG. Chernoff admite que dar propofol em casa não é algo apropriado para se fazer. Mas Murray deu uma substância não-controlada,e não deu Demerol a MJ. Chernoff afirma que, quando Murray foi para casa, a outra vida de MJ tomou o seu lugar.

Chernoff repete o testemunho de Steinberg,onde diz que Murray dar propofol a MJ era "como um bebé numa bancada". Chernoff afirma que isso foi insultar MJ.Como se MJ fosse um bebé...não podia fazer contratos para si mesmo, não podia cuidar dos seus filhos por si mesmo, porque era apenas um bebé. Chernoff pergunta se Murray deveria assistir MJ a toda a hora,para o salvar de si mesmo?

Chernoff afirma que afastar este caso para longe de MJ,é como entrar numa unidade psiquiátrica,onde o paciente se mata,por overdose. Se o júri acha Murray responsável, não achem,porque é MJ. Isto não é um reality show, é a realidade, e isso afetou uma pessoa real e as pessoas que o amam.


Refutação final de David Walgren
 
Walgren menciona que não estão em julgamento,porque a vitima é MJ.
 
-Negligência Criminal grosseira, dando propofol, que é conhecido por causar depressão respiratória, como uma operação de um homem, não houve medidas de segurança, nada. Bizarro, comportamento antiético inconcebível que nunca foi visto antes, e é por isso que Murray está em julgamento.

- Pacientes de Murray que foram testemunhas, tiveram o benefício de um hospital, uma equipa, monitorização, e estavam sendo tratadas doenças cardíacas, MJ não tinha nenhum desses benefícios. MJ estava a ser tratado para a insónia e Murray não sabia nada.

-Walgren pergunta porque é que as testemunhas que foram chamadas que eram pacientes de Murray eram pacientes há  mais de uma década atrás. Pergunta Walgren porque nenhum dos pacientes atuais de Murray foram chamados a depor.

Walgren ". Pobre Conrad Murray Todos conspiram contra ele." Defesa culpou Elyssa Fleak, Alberto Alvarez, Shafer, AEG, Randy Phillips, Michael Amir Williams, Kai Chase. "Pobre Conrad Murray." Walgren diz que testemunha o Sr. Ruben afirma que Murray estava de luto, Walgren afirma que é porque trata-se de Murray e mais ninguém.

Walgren menciona que a defesa sustenta que Alvarez e Fleak mentiram, Shafer é policia, Kai não conseguiu chamar a segurança, e "se permitido mais tempo,tenho a certeza que iriam encontrar uma maneira de culpar o filho de Michael, Prince." Todos têm culpa, exceto Conrad Murray, de acordo com a defesa. Se Alvarez queria mentir, poderia ter feito muito melhor do que uma história bizarra com um saco que continha propofol IV. Walgren menciona que a defesa afirma que é uma conspiração entre a polícia de Los Angeles, os guarda-costas, e outros para pôr as culpas em Murray. Pobre Conrad Murray. Tudo o que Conrad Murray fez foi bizarro. Esperou 20 minutos para ligar para 911, bizarro. Deu propofol num ambiente doméstico por 60 dias, bizarro. Mentiu para EMT e médicos UCLA sobre dar propofol, bizarro. É surpreendente que Murray tenha alguma configuração usual para o saco de soro fisiológico? Walgren diz que ninguém sabe, mas que MJ era sensível á obtenção de materiais médicos,que limpavam todos os dias para que as crianças não vissem. Tudo o que Murray fez foi bizarro, e nada disso é consistente com um médico competente,treinado, que estava  a colocar em primeiro o paciente.

 
Walgren afirma que a defesa culpa MJ,que Murray deixou o quarto.MJ levou propofol para dormir, mas apenas um médico disse que sim a administrá-lo. Pobre Conrad Murray. MJ está morto. Pobre Conrad Murray. Ninguém sabe o que é estar no seu lugar. Walgren: "Tem esse direito porque não vi nenhum médico, neste caso, que dissesse que jamais iria fazer o que Conrad Murray fez incluindo os especialistas da defesa...."

Walgren afirma que os argumentos finais da defesa não disseram nada sobre o testemunho de Dr. White, porque era ciência barata. Shafer, por outro lado, fez isso pro bono, e mostrou a verdadeira ciência para mostrar como MJ morreu.

Walgren disse que Murray tinha o dever legal de seguir o padrão de tratamento para o seu paciente, MJ. Se Murray não tivesse saído do quarto, isso não teria acontecido. Se Murray tivesse ligado um sistema de monitorização a MJ, isso não teria acontecido. Se Murray soubesse como efetivamente se reanima um paciente, isso não teria acontecido. A lei diz que a causa é apenas uma consequência natural e provável. Se administrar propofol num quarto, uma conseqüência natural e provável é que pode haver morte. É um depressor respiratório, tem efeitos imprevisíveis tanto como Shafer e White dizem, é dependente do jejum, da quantidade de comida que se comeu, outros comprimidos no sistema, o quanto se está desidratado. É inteiramente previsível que a morte iria acontecer. White, testemunha de defesa, afirmou que se tivesse um paciente que gostava de levar propofol,não iria deixá-lo sozinho.

Walgren afirma que Alvarez poderia dizer a mentira mais fácil. Não há nenhuma evidência de que Alvarez tivesse qualquer animosidade contra Murray.Achava que era um bom médico até MJ morrer.Nem Alvarez nem Fleak têm qualquer posição neste caso, nenhum motivo para mentir.

Walgren afirma que Shafer forneceu todos os gráficos e dados á defesa, a seu pedido. Shafer disse a verdade.

Walgren afirma que as Impressões digitais de MJ não estavam na seringa.As impressões digitais de Alvarez não estão no saco salina. As impressões digitais de Conrad Murray estão na garrafa de propofol encontrada,e num saco de soro fisiológico.

 
Walgren pede ao juri para avaliar as mentiras que Murray disse:Murray mentiu a Ortega,Gongaware,Phillips e Jorrie,quando disse que MJ estava uma saúde optima.Murray  enviou um email a Bob Taylor em Londres e mentiu sobre a saúde de MJ. MJ mentiu a EMT, no UCLA, Dr. Cooper e Dr. Nguyen. Murray mentiu a Tim Lopez, sobre o propofol ter sido enviado para a sua clínica, em vez de para o apartamento de Nicole Alvarez.
Murray mentiu quando disse que insistiu na autópsia, quando não desempenhou nenhum papel.Murray mentiu quando disse que tem um grupo social em conjunto para a família no UCLA, quando é protocolo do UCLA. Murray mentiu quando disse que chamou Katherine Jackson á parte e perguntou se havia qualquer coisa que pudesse fazer.Katherine Jackson pergunta o que aconteceu, e Murray diz que não sabe. Pobre Conrad Murray.

Walgren diz que a lei é clara sobre a causalidade.A Teoria da defesa não se encaixa  com a causalidade. Murray disse que sabia que MJ era dependente de propofol, Murray disse que MJ gostava de tomar drogas,e Murray foi quem deu o valium,o lorazepam,o midazolam e o propofol.Murray abandonou Michael Jackson.

Walgren admite que as pessoas não podem provar exatamente o que aconteceu naquele quarto. Mas o juri sabe o que aconteceu todas as noites: propofol sendo enviado, e MJ morrer. Foi uma consequência previsível,e o que é incomum é que MJ viveu seus ultimos meses recebendo propofol neste cenário.

Walgren diz que se Murray estava tão preocupado, porque gravou Michael no seu quarto? Este era suposto ser uma relação baseada na confiança, e MJ claramente confiava em Murray. Murray trouxe propofol até á casa, administrou-o,abandonou MJ, falhou monotorização,e não ligou para o 911, Murray é o responsável. Murray foi criminalmente negligente,não porque este caso se refere a  MJ, mas porque se comportava de uma forma criminalmente negligente. Murray foi um fator substancial na morte de MJ.

Walgren pede ao júri para considerar todas as provas,confia que o júri vai achar que Murray foi criminalmente negligente, porque esta foi uma experiência farmacêutica num quarto. Walgren pede ao júri para voltar com o unico veredicto justo e verdadeiro, para este caso, e apenas este caso. Walgren pede ao júri para voltar com um veredicto de culpado para a contagem de homicídio involuntário com base nas ações de Murray e nas suas ações sozinho.

 
 

Redação: Maria João Silva

Clube de Fãs Michael Jackson

www.michaeljackson.pt.vu

Portugal



Julgamento Murray dia 23 - Sessão da Manhã

Julgamento de Murray Dia 23,/3 Novembro ,2011

Sessão da Manhã

 
 
Tribunal começa com o pastor juiz,a ler as instruções ao Juri. 
 
Juiz diz aos jurados que a prova que contem itens medicos,não estará na sala de delibrações,mas será levada até eles por um oficial de justiça se assim desejarem.

Pontos importantes das instruções do júri:


- Pastor diz que os jurados devem seguir as suas instruções sobre a lei, embora possam não concordar com elas.
- Pastor diz que as pessoas precisam provar a culpa para além de qualquer dúvida razoável. Explica que não precisam eliminar todas as dúvidas possíveis.
- Pastor diz queo que os advogados dizem e perguntam não são provas.
- Pastor diz que as coisas podem ser provadas por evidências diretas ou circunstanciais.Ambas são iguais.
- Pastor diz que podem vir a ter 2 conclusões razoáveis ​​- uma que aponta para ser inocente,e outra que aponta para culpado, devem considerar o réu inocente.
- Pastor diz que podem achar o depoimento das testemunhas verdadeiros ou não - no todo ou parcial.
- Pastor diz que as pessoas podem esquecer ou errar e duas pessoas podem testemunhar a mesma coisa, mas lembrarem-se de forma diferente.
- Pastor diz em que relação aos peritos a sua educação, qualificações, as informações que dependiam de tempo formando sua opinião e porque eles fizeram uma certa afirmação deve ser considerada.
- Pastor diz que os depoimentos das testemunhas personagem, podem ser considerados e podem criar dúvida razoável.
- Pastor diz que os jurados não devem ser influenciados pelo fato de Murray não testemunhar.
- Pastor explica o que é homicídio involuntário. Pessoas afirmam que Murray fez 1) cometeu um acto lícito com negligência criminosa e 2) não forneceu o dever legal de negligência criminal.
- Pastor diz que poderia haver mais de uma causa de morte, e é exigido que as ações de Murray devam ser um fator substancial em causar a morte. Não precisa ser o único fator.
- Pastor diz que Michael poderia ter deixado de ter o cuidado razoável e pode ter contribuído para a sua morte. No entanto, se as ações de Murray foram substanciais ele ainda é responsável pela morte.



David Walgren Depoimento Final



Walgren começa por agradecer aos jurados os seus serviços.

Walgren menciona que CM não precisa ser a única causa da morte de MJ, só precisa ser um fator substancial.

Walgren diz que CM causou a morte de MJ e deixou Prince, Paris e Blanket, sem pai. "Para Prince, Paris e Blanket este julgamento não terminará hoje para eles vai durar para sempre".

Walgren menciona a confiança e a relação entre médico e paciente e "não prejudicar". O Médico decide o que é o bom atendimento para o paciente. Todos os médicos testemunharam nunca fariam tal coisa. Walgren expressa que CM violou a confiança entre médico e paciente "a cada dia."

CM foi um empregado por dinheiro. "MJ confiável CM. Ele confiava nele com sua vida. Confiou CM com a sua vida individual e da vida futura de seus filhos. CM iria cuidar dele enquanto ele dormia tão no período da manhã, ele poderia compartilhar uma refeição com os seus filhos ". "MJ pagou com sua vida".

Em 24 de Junho de 2009 MJ ensaiou no Staples Center, e fez um grande desempenho. Estava otimista e olhava para o futuro. 12 horas depois,estava morto em sua cama,com as palmas da mão viradas para cima, ligeiramente inclinado para o lado - morto - em sua casa.

MJ era um homem de 50 anos, preocupado com a próxima tornée. MJ queria satisfazer seus fãs que sempre foram leais a ele por toda a vida, sua família e seus filhos. MJ era um génio criativo que procurava a perfeição. Estava voltado para o futuro. Estava a fazer planos de longo prazo tanto para si,como para seus filhos a quem foi tão dedicado.

MJ queria partilhar a sua mensagem com o mundo. Q
ueria satisfazer seus fãs. Queria que seus filhos o vissem.

Para MJ, seus filhos eram de suma importância. MJ queria uma casa para seus filhos para que não estivessem confinados a um hotel. MJ queria fazer um filme baseado no Thriller, e queria dirigir filmes. MJ queria abrir um hospital infantil. Queria dar isso ao mundo. MJ tinha planos,sonhos e esperanças.

 
A tornée ter-se-ia expandido a todo o mundo.Estava animado com o facto dos seus filhos irem ver seu pai actuar em Londres. Mas nada disso veio a acontecer porque a 25 de Junho de 2009, MJ com apenas 50 anos, foi declarado morto. Paris tinha que ver seu pai morto e gritar "papá",Prince ficou chocado. Isso é o que CM fez a MJ e seus filhos.

Walgren menciona que CM é acusado de IVM e Walgren menciona a lei. Walgren diz que ainda pode haver perguntas sem resposta, e só precisam de responder a três perguntas.

A lei reconhece a relação especial entre o médico e o paciente. Os médicos têm o dever legal de cuidar aos seus pacientes, e a falta de acção em que o dever seria IVM. Walgren fala em negligência criminosa e causalidade.

Walgren menciona que a teoria da defesa de MJ se auto injectar com Propofol e causou a sua morte. Walgren diz  que CM é criminalmente negligente, se tivesse previsto o que podia acontecer. Por sua própria admissão, Conrad Murray sabia que MJ gostava de se auto-injectar com Propofol. CM nunca deveria ter deixado MJ sozinho num quarto cheio de drogas. Walgren diz que mesmo que fosse verdade, era previsível.

Walgren diz que declarações enganosas podem mostrar culpa. Dr. Murray fez declarações enganosas quando não conseguiu dizer aos paramédicos e médicos que administrou Propofol. Que é a consciência de culpa. "Isso coloca CM primeiro". Walgren diz que CM deu intencionalmente declarações falsas.


Walgren fala nos antecedentes do caso. CM tinha assinado um contrato.Iria receber US $ 150.000 por mês e habitação. CM enviou cartas a seus pacientes a dizer que ia tirar um ano sabático e cessar a prática da medicina "indefinidamente".

Walgren fala sobre os embarques de medicina, e disse aos jurados que CM ordenou mais de quatro litros de Propofol,e peduiu que fosse enviado para o apartamento de sua namorada em Los Angeles.

Walgren menciona a gravação de 10 de Maio. CM diz que percebeu que havia um problema em Junho, mas a gravação foi de 1,5 meses. Murray não se preocupou em manter os registos ... mas não teve nenhum problema ao fazer uma gravação com MJ  drogado, e depois por algum motivo mantê-la.
 
Mesmo em estado vulnerável MJ fala sobre o futuro e seus desejos. Fala de um hospital infantil. Não tinha nenhuma razão para acreditar que ninguém o ia ouvir, e fala sobre  os seus verdadeiros sentimentos e seus verdadeiros desejos.

2 dias depois da gravação,CM encomenda o maior carregamento de drogas. Walgren diz que não conseguiram encontrar as garrafas de propofol com os mandados de busca.

Numa reunião no início de Junho, Murray garante a todos que MJ está muito bem.

A 19 de Junho de 2009, o diretor Kenny Ortega está muito preocupado com a saúde de MJ,que o mandou para casa. Ortega envia um e-mail urgente a Randy Phillips dizendo que MJ está em máu estado. Ortega tentou contactar CM,mas não conseguiu. Na reunião de 20 de Junho,CM estava chateado por MJ ter sido mandado para casa. CM insiste que MJ estava bem ... recriminando Ortega por ter enviado MJ para casa,e dispensado do ensaio. Murray severamente disse a Ortega para se meter na sua vida. "Infelizmente, foi isso que aconteceu".

A 21 de Junho de 2009, MJ queixava-se que parte de seu corpo estava fria,e outra parte quente . FM chamou uma enfermeira que lhes disse que MJ precisava ir ao hospital.

A 23 de Junho, MJ ensaiou no Staples Center. foi um grande desempenho. Havia luz no fundo do túnel. O Último ensaio de MJ foi a 24 de Junho,e  foi novamente, um sucesso. Todos estavam animados com  a tornée,que  ia finalmente acontecer. MJ estava particularmente animado com a "ilusão" que era para ser ensaiada no dia seguinte. Walgren fala nas despedidas finais de MJ com Ortega e Phillips.

A versão de CM dos acontecimentos mudou.

A 25 de Junho, disse que testemunhou a paragem cardiaca. Após a morte de MJ,um acordo foi feito para se reunir com CM em Marina del Rey. CM estava com seus advogados. Nesta altura, os investigadores sabiam muito pouco. A causa da morte ainda não havia sido determinada.Os  Detetives estavam a trabalhar no escuro. Sentaram-se para ouvir Conrad Murray,o que tinha a dizer. Os Detetives não tinham conhecimentos médicos. CM disse aos detetives que estava a dar propofol a MJ. Quando os detetives perguntaram com que frequência isso acontecia, Murray responde todos os dias. CM admitiu que deu a MJ, 50 mg injectaveis de propofol seguido por gotejamento quase todas as noites durante dois meses.
 
Durante a sua entrevista,CM disse á policia que estava preocupado em dar propofol a MJ ás 10 horas,porque MJ tinha que sair 2 horas mais tarde.CM diz que concordou em dar Propofol quando MJ disse que não precisa de se levantar ao meio-dia. Isto sugere que CM tinha a intenção de dar um gotejamento a MJ, porque uma injeção de 25 mg só faria alguém dormir 5 minutos. CM pretendia derruba-lo.

Walgren diz que CM não ligou para o 911, e isso  é bizarro.O seu objetivo era proteger-se. CM nunca ligou para o 911 porque, como afirmou, falando com um operador seria negligente ... então o que fez em vez disso? Telefona a Michael Amir Williams e deixa-lhe uma mensagem. Deixando de lado todo um comportamento estranho.Tudo o que precisava ter dito era: "Ligue para 911 ..." mas não. CM sabia o que fazia, e as suas ações mataram MJ. Walgren diz que CM intencionalmente não ligou para o 911.

Walgren menciona os registos de telefone e e-mails de CM. Walgren pergunta aos jurados se acreditam que MJ pagava a CM US $ 150.000 e acordado reclamava,enquanto CM se tinha afastado para falar ao telefone. Walgren sugere que CM foi capaz de se afastar todo esse tempo,porque MJ estava a dormir e em gotejamento.

Walgren pergunta porque CM chamou sua amiga Sade Anding naquele momento. O que era tão imprtante para a chamar? Sade Anding ouviu vozes ao fundo, no momento exato em que Murray deixa cair o telefone. "estaria Conrad Murray noutro quarto? Quanto tempo esteve MJ nessa condição? MJ estava a pedir ajuda? Será que suspirou? Será que  se engasou? Nós não sabemos ... e nós nunca saberemos. "

Alberto Alvarez chega à casa. CM agarra nos  frascos de remédios e instrui-lo para colocá-los num saco. Só então CM pede a AA para chamar o 911. Demorou 20 minutos para ligar para 911.FM encontra as crianças a chorar. Os Paramédicos responderam em 4 minutos. Estavam a uma milha e meia de distância. Walgren diz que CM se colocou em primeiro lugar, e colocou MJ depois.Blount foi capaz de obter a ventilação rapidamente, mas já era tarde demais.

Enquanto os paramédicos transportam MJ para a ambulância, Senneff encontra Murray a recolher coisas do chão e colocá-las num saco de lixo. Walgren pergunta aos jurados para quê?Estavam a tentar fazer com que MJ fosse para o hospital, mas CM estava no quarto sozinho pegando em coisas. Walgren menciona os bolsos das calças de carga de CM.

 
No hospital os médicos perguntam que drogas CM administrou  ... novamente CM nunca mencionou Propofol. Depois de MJ ter sido declarado morto, CM estava preocupado com a recuperação de um "creme", que alegou que MJ não queria que as pessoas conhecem. Walgren diz que CM sabe que as suas malas, as drogas,e as seringas estavam na casa. CM não estava preocupado com um creme ... estava preocupado com ele mesmo.

Walgren menciona que os detetives encontraram os sacos porque CM lhes disse onde estavam. Walgren diz que CM deu uma entrevista assumindo que a polícia encontrou as malas. Seguiu em frente para se auto-preservar. CM pensou que as suas malas tinham sido descobertas. Sabia que o relatório toxicológico estava prestes a ser concluído. Seguiu em frente, para se adiantar à história. Infelizmente a sua história não condiz com as evidências.

Walgren muda para o padrão de atendimento. "Nenhum médico disse que faria o que Murray fez."

Propofol deve ser usado em ambiente altamente controlado. Ninguém nunca ouviu falar de alguém, usar Propofol num quarto até CM ter feito. Não há antecedentes. É uma violação flagrante dos cuidados médicos. É grave negligência criminosa. Walgren diz que a configuração é causa direta da morte de MJ.
Propofol não é usado para a insónia. O artigo que a defesa utilizou,foi escrito após a morte de MJ.

Walgren menciona o equipamento necessário e a capacidade de o usar. Nenhum dos equipamentos necessários estava lá. Novamente, isto foi negligência criminosa.

Walgren fala do abandono do paciente,que não devia ter sido deixado sozinho, porque as coisas podem acontecer muito rapidamente. Murray preocupação com e-mails, textos e chamadas constituem abandono.

Walgren diz que os benzos contribuíram. Walgren menciona o que White disse sobre a variabilidade.É por isso que todas as precauções são necessárias, porque não pode saber como o paciente reagiria.

CM manteve registo de anos anteriores, mas não o fez para seu tratamento nos 2 últimos meses. CM optou por não manter todos os registos médicos, porque não queria que seu tratamento estranho,pudesse ser documentado.

CM enganou os paramédicos e os médicos do UCLA Medical Center.

 
Walgren diz que houve alguma especulação com cenários onde eles não tinham registos médicos. Dr. Steven Shafer disse que o cenário mais provável é que Murray deu a Jackson um gotejamento. É com base nas provas, tais como os carregamentos propofol, um saco de cortado de salina, garrafa de Propofol com impressões digitais de CM e uma lágrima. Não é incomum. Murray admitiu que fez isso todas as noites, uma injeção de 50 mg seguida por gotejamento.

Walgren diz que foi talvez  tivesse sido ideia de MJ ,colocar a garrafa no saco de soro fisiológico para o esconder.

Walgren diz  que a teoria do gotejamento explica os níveis de sangue e a prova no telefone. Walgren diz que CM era um empregado e é realista pensar que MJ estava a reclamar, CM ignorou-o para estar ao telefone. MJ não estava  a reclamar que não conseguia dormir porque estava a dormir, porque CM tinha-o colocado num gotejamento.

As Teorias de White de auto-injecção e pílulas de lorazepam não aconteceram em 2 minutos, mas durante outras alturas de abandono.

Ex-pacientes de CM dizem que era um bom médico. Todos foram tratados num hospital para doenças cardíacas ,onde CM foi treinado para o fazer. Walgren menciona que não ouviram pacientes atuais de CM,e como se sentiram sobre o recebimento da carta e sentimento de abandono.

Walgren fala da declaração da testemunha de defesa Dr. Allan Metzger, que disse que nenhuma quantidade de dinheiro iria fazê-lo concordar em dar Propofol num quarto. A Declaração de Lee é mencionada onde diz que MJ se teria salvo,se fosse monotorizado por um médico.

Walgren diz que não há evidências que sugiram que MJ queria propofol sem a presença médica. MJ não era imprudente. Tinha uma vida pela frente. Tinha três filhos que amava muito. Queria Propofol para dormir, mas também queria um médico  a monotoriza-lo constantemente para ser seguro.

Walgren menciona que Lorazepam é uma substância controlada e deve ser mantido sob sete chaves e seu uso tem de ser registado.

 
O que a Defesa especialista Dr. Paul White apresentou,foi ciência barata. lixo. Foi triste para a ciência e para a busca da verdade. White tem sido consistente a culpar MJ. Quando é desmascarado por Dr.Shafer, muda a sua teoria.

Walgren menciona o que White disse sobre o estudo em animais.Durante a direta por Flanagan, White diz que foi idéia dele. Durante a interrogação de Walgren, diz que não tinha nada a haver ncom ele e não a estudou.

White durante depoimento disse que não iria administrar Propofol num ambiente doméstico, um oxímetro de pulso sem alarme não tem valor, não iria deixar um paciente que gostava de usar Propofol sozinho,e teria ligado para o 911 antes.

Walgren diz que White não fez modelos, não forneceu qualquer informação para os modelos,não leu o artigo e não é um especialista nesta área. Walgren diz que não fez pesquisa ou estudo. Walgren diz que as teorias  são constantemente alteradas.

Walgren menciona os tubos IV ,muito compactos e escamoteáveis​​. Walgren depois mostra o vídeo de Flanagan perguntando a white se tem outra linha IV e white tira-a de um bolso. Walgren diz que a linha IV foi ocultada​​.

Walgren menciona que o artigo de 1988 era velho e o artigo de 2002 confirma a teoria de Shafer: IV gotejamento; e deita por terra a teoria da defesa de auto-administração.

MJ confiava em CM. Confiava nele com sua vida. Pagou com  a sua vida. CM mentiu, enganou, obstorceu, mas o mais importante: CM agiu com negligência e so pensou em si mesmo. Não é isso que um médico faz. A ação direta de CM, causou a morte de MJ. Mas não é preciso provar isso, porque tudo que precisa ser provado é que CM é um fator substancial na morte. Mesmo que aceitem as teorias apresentadas pela defesa,CM deve ser na mesma responsabilizado.

Walgren pede ao júri para declarar Murray culpado de homicídio culposo, porque abandonou o seu paciente. "A justiça exige um veredicto de culpado", concluiu.



Redação: Maria João Silva

Clube de Fãs Michael Jackson

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Portugal

Julgamento Murray dia 22

Julgamento de Murray dia 22/1 de Novembro,2011

Testemunho de Dr White

Flanagan redirige
 
 
Flanagan menciona novamente a variabilidade nos modelos.

Flanagan mostra o modelo de Lorazepam que inclui 16 mg de consumo oral, baseado em 0,0013 mg do conteúdo estomacal. Se você mudar a ingestão oral para as 8 da manhã, a quantidade de Lorazepam livre no estómago seria igual a 0.008mg encontradas na autópsia e as concentrações encontradas no sangue.

Flanagan fala sobre o Propofol 0,3 livre na urina. Num modelo de cerca de 100 ml de infusão de propofol mais de 3 horas o nível de propofol poderia variar de 1 a 3 mg na urina. 1 mg é 10 vezes a quantidade encontrada na autópsia.

Flanagan menciona  que a sensação de queimado de propofol estaria aumentada nas pequenas veias, a concentração da droga e a velocidade da injeção. A lidocaína é administrada antes da infusão, ou no início. White diz que dada a meia-vida da lidocaína e com uma infusão de 3 horas, não deve haver lidocaína encontrada na autópsia, e não havia 0,84 mg / ml na autópsia.

White diz que se houvesse duas injeções,a lidocaína teria sido dada duas vezes e White esperaria encontrar niveis de lidocaína  semelhantes aos níveis encontrados na autópsia.

Flanagan menciona o padrão de atendimento em relação ao padrão de prática. White diz que o padrão de atendimento é o ideal que procuram para cada paciente, mas não é sempre possível.

Flanagan menciona a sedação mínima. Haveria resposta normal e simulação verbal. Flanagan pergunta se ele escolhesse um ambiente, se White seria capaz de acordar, conversando com ele.Falam das 25 mg de propofol. White diz que iria reduzir a ansiedade e, geralmente, não causa sono. White diz que pode criar um estado de relaxamento, se o paciente estiver muito cansado. White também diz que qualquer ruído na sala acordava o paciente. White diz que com a sedação mínima, as vias aéreas, respiração e as funções cardiovasculares não seriam afetadas.

Flanagan re-interogatorio a Dr. White termina.Walgren não re-interroga.

Longe das camaras,o juiz pergunta a Dr. Murray se vai depor. Murray diz que não irá testemunhar.

 
Juiz faz uma pausa de 30 minutos para que o Ministério Público possa decidir se fazem refutação.

Após a pausa Walgren chama Dr. Shafer para impugnação.


Testemunho de refutação de Dr.Shaffer


Walgren direcciona

Walgren pergunta se Lorazepam dado por IV,se iriam alguns residuos para o estómago. Shafer diz que sim, e que não tem nada a ver com a distribuição de pós mortem.

Walgren pergunta e Shafer concorda que não há nenhuma maneira de diferenciar entre o facto de MJ ter tomado Lorazepam oral e CM ter dado a MJ Lorazepam oral.

Walgren menciona a infusão de Shafer de 100 ml de propofol de mais de 3 horas. Shafer diz que não mostra quando MJ morreu e que não foi necessariamente ás 12:00 PM. Shafer diz que foi basicamente para mostrar que MJ morreu com o funcionamento da infusão.

Walgren pergunta sobre a configuração IV. Shafer diz controlar a taxa com os grampos que são comumente feitos com algum medicamento,e que não precisa definir a taxa, mas uma bombapara pulsar é necessária para o Propofol.

Shafer diz que os níveis de lidocaína encontrados na autópsia não são ionsistentes com 100 ml de infusão de mais de 3 horas de simulação. Shafer diz que a lidocaína poderia ter sido misturada na garrafa de Propofol.

Walgren pergunta sobre o principal risco de Propofol e Shafer diz que é a falta de ar,e a falta de oxigênio no coração, mata o coração.

Walgren menciona o artigo que a defesa utilizou em suas simulações sobre o Propofol inalterar a urina. Shafer diz que pesquisou a literatura. O artigo de 1988 que a defesa usou diz que  encontraram muito pouco propofol (0-0,3) inalterado na urina, mas não sabiam se era livre ou propofol e seu metabólito.

 
Shafer diz que existem artigos recentes sobre o assunto. O mais pormenorizado é um artigo de 2002.O artigo de 2002 media o propofol real inalterado, e o nível ficou entre  os 0,002% e os 0,004%.

O Propofol na urina  da autópsia foi de 0,15 mg / ml. 500 ml de urina = 82,50 microgramas de propofol.

Walgren mostra uma tabela a partir do artigo 2002. O Propofol médio encontrado é 70,71 microgramas de propofol na urina, que corresponde a uma dose de 2000 mg.

Shafer diz que esta teoria exclui absolutamente a teoria de Dr. White que sugere que MJ recebeu mais propofol do que o propiro Dr. Shafer pensou.

Walgren pergunta sobre o padrão de atendimento, como por exemplo, um anestesista prestar cuidados num local remoto (ex:. Radiologia suite, etc),. Shafer diz que se tem menos tolerância para o erro, porque não se tem ajuda. Não se pode facilitar. Shafer diz que se houvesse tal coisa como a anestesia baseada dada num quarto, se ocorrer um erro, existe a hipotese de morte.Assim, os padrões de cuidado deveriam ser superiores.

Flanagan Interroga

Flanagan discute com Shafer sobre o que ele escreveu no seu relatório sobre a lidocaína. Shafer pensa que Flanagan entendeu mal o que ele escreveu. Flanagan pede a Dr Shafer para ler um parágrafo do seu relatório.

Flanagan fala sobre o artigo de 2002 e se a dose de 25 mg de propofol foi uma dose de  sub anestesia. Shafer diz que na maioria dos pacientes é uma dose de sub anestesia,e isso depende da intereção dos outros medicamentos. Flanagan tenta dizer que o artigo não menciona doses  de sub anestesia.

Walgren redireciona

Walgren tenta esclarecer a questão sobre o artigo, e o uso de sub dose de anestesia.
Shafer diz que o uso de uma dose maior torna o resultado mais preciso, isso é tudo.
 
Ambos os lados trabalham numa estipulação.A 52ª estipulação diz que os Povos 52, refletem os precisos números de telefone.

Tanto a acusação como a defesa terminam a apresentação dos seus casos.O Juiz informa os jurados que ambos os lados pediram um dia para se preparar para as suas declarações finais.

O Juiz dispensa os jurados. Numa sesão de tarde não televisionada,o juiz e ambos os lados de trabalho,falam nas intruções do juri.

Não haverá tribunal na quarta-feira,dia 2 de Novembro.Declarações finais e instruções aos jurados serão definidas quinta-feira 03 de Novembro. Tribunal terá início às 09:00 da manhã.



Redação: Maria João Silva
Clube de Fãs Michael Jackson
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